Servidores do Hospital Universitário de Maringá aderem à greve

Na tarde desta quinta (20) a maioria dos serviços teve redução do efetivo. Pronto Socorro e Emergência continuam atendendo normalmente.

Os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, decidiram nesta quinta-feira (20) paralisar parcialmente as atividades do Hospital Universitário (HU).

No período da tarde, todos os setores do hospital tiveram redução do efetivo, exceto o Pronto Socorro e o Atendimento de Emergência, que continuam funcionando normalmente.

A greve pode prejudicar pacientes que têm cirurgias eletivas marcadas. Exames de diagnóstico por imagem, como raio-x, sem urgência, também não estão sendo feitos.

Os servidores da UEM estão em paralisados desde segunda-feira (17), ma só nesta quinta-feira os trabalhadores do HU aderiram à greve.

O motivo da paralisação é o envio de uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017. A proposta foi encaminhada pelo Governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e torna sem efeito a Lei 18493/2015, editada ao fim da paralisação de 2015, que prevê a reposição das perdas inflacionárias.

No início da tarde desta quinta-feira o Governo do Paraná afirmou que vai tirar a emenda que trata da data-base dos servidores estaduais, desde que as categorias de servidores em greve voltem às atividades.

O anúncio foi feito durante uma reunião entre representantes dos sindicatos dos servidores e do governo estadual. Contudo, a retirada vale até o fim de novembro.

Nesta sexta-feira (21) pela manhã, uma nova assembleia dos servidores será realizada para avaliar a proposta do Governo.

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